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Olá pessoal.
Quanto tempo que eu não posto nada não é verdade, me desculpem.
Abaixo está flayer de nossa nova montagem.Risoterapia2.
Serão com novas esquetes, de humor.
Com data de estréia dia 6/11/2004.
Aos sabados 21hs, na sede da conpanhia.
Esperamos a presença de todos.
Beijos e abraços
Escrito por phyrulas às 02h36 PM
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Escrito por phyrulas às 02h32 PM
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A CIA. TEATRAL PHYRULAS D´ARTE convida todos a assistirem ao espetáculo RISOTERAPIA, que vai acontecer nos dias 15 e 22 de agosto às 17:00 Hrs no Salão Social do São Paulo Futebol Clube. Dir. Herqulez Moreno/ Convidados especiais: Marcela Leal (The Mentes) e Sidney Rodrigues (Deboshow) . Elenco: Américo Hermann, Daniel Franco, Dill Pires, Eliana Nogueira, Ivonete Moraes, Maira Neiva, Marcello Mattos, Milton Ostronoff, Ricardo Todeschini e Telma Setti.
Escrito por phyrulas às 11h48 AM
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Reflexões Teatrais
"Não entrei na trilha dos saltimbancos por acaso, nem para ser um reles fazedor de graça. Eu queria consagrar a minha vida através de um imperioso apelo vocacional. Mas as pessoas, com suas receitas de sucesso, sem nenhum escrúpulo, sem nenhuma sensibilidade, vieram me falar de mil e um palhaços geniais. Tem um que comove multidões ao aprisionar um raio de sol pra levar pra casa...Tem um que faz balões de gás dançarem alegremente ao som de seu trompete...Tem um que ridicularizou um tirano, um assassino sanguinário que queria ser o senhor absoluto do mundo...Tem um comprido, de calça na canela, arcado para a frente devido ao pesado fardo da indignação contra a mecanização imposta ao homem moderno...Tem o magro sonso...E o gordo ingênuo e bravo...Tem os que dão piruetas, saltam, dão cambalhotas, levam bofetões...Tem os que tocam música clássica em garrafas vazias penduradas num varal...Tem outro... e outro... e outro...Tem aquele pobre palhaço louco que andava pelas igrejas jogando malabares diante das imagens da Santa Maria; esse, me disseram, morreu enforcado na cruz do Senhor Jesus Cristo, numa catedral gótica...Escutei humilde a história de cada um desses incríveis artistas que viajavam pelas vias da loucura. Saber desses palhaços...para mim, Bobo Plin, um palhacinho de merda que começava a engatinhar nos picadeiros mal iluminados das espeluncas...saber desses palhaços só serviu para me tolher. Quanto mais eu sabia deles, mais e mais Bobo Plin, o palhaço que eu queria ser, se enroscava nas minhas entranhas. A referência esmagava minha intuição e provocava auto-censura. A comparação, maldita inimiga da igualdade, fazia dos magníficos histriões elementos inibidores da minha criatividade. Agora, Bobo Plin não quer saber da façanha desses belos palhaços. Não quer vê-los. Nem quer saber de seus bigodes, sapatões, guizos, pompoms, bolas, balões e babados. A magia dos grandes artistas não pode ser ensinada; são segredos que se aprende com o coração. Essa magia se manifesta quando se resolve fazer a própria alma. Para Bobo Plin se irmanar com os grandes palhaços que luziram nos palcos e picadeiros tem que se esquecer deles para sempre. Não pode recolher nenhuma indicação deixada no caminho. Tem que andar sem bússola, na mais tenebrosa escuridão. Qualquer brilho, qualquer estrela, qualquer sol, qualquer referencial vira um ponto hipnótico embrutecedor. E eu quero fazer a minha alma."
Plinio Marcos (... num pequeno circo)
"Tudo leva a crer que a verdade em breve amanhecerá. Suprimi a árvore autêntica que haveis posto sobre a cena, suprimi o tom natural, o gesto natural e acabareis igualmente a suprimir o ator. É o que acontecerá um dia e gostaria de ver alguns diretores de teatro encarar essa idéia a partir deste momento. Suprimi o ator e retirareis a um realismo grosseiro os meios de florescer a cena. Não existirá mais nenhuma personagem viva para confundir a arte e a realidade em nosso espírito; nenhuma personagem viva em que as fraquezas e as comoções da carne sejam visíveis. O ator desaparecerá e no seu lugar veremos uma personagem inanimada - que se poderá chamar, se quereis, a "Super-marionete" - até que tenha conquistado m nome mais glorioso."
Gordon Craig (1872-1966) In: "Da arte do teatro" (1942).
Posso ensinar a um jovem ator qual o movimento para apontar a lua. Porém, entre a ponta de seu dedo e a lua a responsabilidade é dele. Quando atuo, o problema não está na beleza do meu gesto. Para mim, a questão é uma só: será que o público viu a lua?" Yoshi Oida in: "Um ator errante"
Escrito por phyrulas às 05h05 PM
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Reflexão Teatral
"Teatro só faz sentido quando é uma tribuna livre onde se pode discutir até as últimas conseqüências os problemas dos homens. A arte é uma magia. A gente aprende, mas ninguém ensina. A técnica é uma coisa mecânica. Disso ninguém duvida. Mas o artista, por mais sensível que seja, não pode dispensá-la. Precisa apurar a técnica com muito treino, até incorporá-la totalmente, até poder usá-la de forma que ninguém perceba que ele tem técnica. Por isso, tem que usar a técnica sem pensar nela, sem senti-la. Aí então o artista pode se valer da técnica para extravasar seus sentimentos. No sentido de aprender a técnica, a escola pode ser útil. Existem dezenas de cursos de arte dramática na cidade. Existem milhares de aprendizes de ator nesses cursos. Porém só um número reduzido deles assiste aos espetáculos em cartaz. Estes estudantes querem ser artistas, mas não amam a arte. Alegam dificuldades financeiras para não verem as peças. Mentira. Não têm amor ao teatro, por isso nem pensam em sacrificar duas cervejas por um bom espetáculo. O pior de tudo é que seus professores nem sugerem aos alunos que eles devam ver os grandes atores em cena. Um diretor não pode dar nada ao ator, pois não há o que dar. Um diretor pode instigar um ator a procurar dentro de si mesmo aquilo de que precisa. Por mais que o ator insista em pedir luz ao diretor, ele não pode ir além do limite de incentivador. Mesmo que tente, o diretor não conseguirá dar. Quanto mais tentar, mais diretor e ator vão se embrutecendo, se reduzindo o diretor a um amestrador e o ator a um animal treinado. Nada que vem de fora ajuda um ator a criar seu personagem. Ele tem que nascer de dentro do ator, nutrido de coisas que estão dentro dele, ator. Um dia fui assistir a um ensaio teatral. Não gosto disso. Mas fui. Desse ensaio participavam um velho ator cheio de experiência, um jovem ator cheio de entusiasmo e um diretor cheio de sucessos. O velho ator se valia de truques, caretas, clichês. O jovem ator se esforçava, gritava, espumava, inchava a veia do pescoço, suava. O diretor, de mau-humor, se limitava a corrigir as marcas. Nenhum deles procurava nada. Por que ensaiavam? não sei. Encontrei uma bela moça que se formou em arte dramática. Perguntei o que pretendia fazer. Sem constrangimento, respondeu que tinha levado fotos para uma agência de publicidade e aguardava alguma chamada para participar de comerciais. Será que alguém precisa estudar para isso? Eu logo reconheço quem está no teatro obedecendo a um imperioso apelo vocacional, ou quem está procurando espaço para passear sua beleza. Aos primeiros, trato como irmãos. É gente que exerce seu ofício como sacerdócio. Merecem todo meu respeito, minha admiração, meu amor. Do segundo tipo de gente, tenho pena. Jamais arte e poesia vão brotar do interior de pessoas fracas. Onde existe o autoritarismo, o artista é sufocado. O autoritarismo gera o obscurantismo, que favorece o copiador, o bobo da corte e os senhores da estética decorativa. O crítico de arte tem muita importância no sentido de ajudar o artista a conscientizar seu trabalho, a registrar se as propostas foram realizadas, as metas atingidas. Esse é, no meu entender, o papel do crítico. Porém, quando um indivíduo, só porque tem um espaço em jornal, tevê, rádio, se nomeia crítico e passa a escarrar regra, dizendo sem cerimônia o que o artista devia ou não fazer, ou então se limitando a dizer que uma coisa é bonita ou feia, sem saber dar explicações, fundamentar suas opiniões, esse indivíduo não passa de um cretino, daninho na medida da tiragem do jornal onde escreve ou da audiência do seu programa. Ele deve ser desprezado pelos artistas, já que pelo público são completamente ignorados. O ator começa a ficar soberano do seu talento quando ganha consciência de que entra no palco para servir e não para ser servido."
Plinio Marcos "Reflexão sobre Arte Cênica"
"(...) Um tipo de peça que retratava o Brasil, contudo, subiu ao palco com freqüência , mesmo nos anos mais adversos à dramaturgia nacional: a comédia em um ato. É que as representações duravam horas, oferecendo ao público, além de um drama (ou melodrama) completo, uma ou duas pecinhas cômicas, se possível recheadas com números de canto e dança. A prática do entremez, como complemento de espetáculo, chegara ao Rio de Janeiro trazida pelos artistas portugueses que aportaram aqui em 1829, na companhia encabeçada por Ludovina Soares da Costa. Tratava-se de um espaço de tempo pequeno, não mais do que vinte ou trinta minutos. Mas foi o suficiente para que Martins Pena nele empreendesse uma bem sucedida carreira de comediógrafo, a primeira em proporções tais conheceu o Brasil. O entremez de Portugal, gênero pouco estudado por ficar à margem do circuito literário, tinha uma presença sobretudo de palco, como expressão mais da graça pessoal e das improvisações do ator que das invenções do texto. Tudo começando e acabando em não mais do que meia hora, não havia lugar para digressões ou elaborações. A ação usava e abusava das convenções da farsa popular: quanto a personagens, tipos caricaturais, burlescos, não raro repetitivos; quanto a enredo, disfarces, qüiproquós, pancadaria em cena. Martins Pena assimilou esses processos tradicionais, na medida em que se foi assenhorando da técnica e dos truques do ofício, mas sempre adicionando-lhes uma nota local, de referência viva ao Brasil, de crítica de costumes, na linha de certas comédias de Molière, de quem foi logo considerado discípulo. O seu teatro revela um pendor quase jornalístico pelos fatos do dia, assinalando em chave cômica o que ia se sucedendo de novo na atividade brasileira cotidiana, com destaque especial para a cidade do Rio de Janeiro.(...) De todos os meios sociais, descritos com certa minúcia, resultam algumas áreas bem determinadas. No centro da vida nacional está o Rio de Janeiro, isto é, a Corte, habitada por melômanos identificados com a cultura européia, oficiais da Guarda Nacional (recentemente organizada), empregados públicos relutantes em trabalhar, vadios citadinos, comerciantes aladroados, falsos devotos, ingleses espertalhões, enfim, a fauna humana que se espera dos grandes aglomerados urbanos. Mas é também lá, na Corte, que se encontra o teatro, qua transfigura a realidade em ficção, e, suprema delícia, a ópera, com seu cortejo de fanáticos, capazes de distinguir e apreciar um falsete bem lançado. Perto do Rio de Janeiro - pode-se vir de lá a pé, em algumas horas - situa-se a roça, delineada em traços firmes, através de seus cacoetes de fala e de seus hábitos coletivos: o que se bebe, o que se come, o que se veste, o que se planta. Bem mais distante, entrevê-se o sertão, um tanto bruto, um tanto violento, disposto se for preciso a manejar a espingarda, porém com virtudes morais não contaminadas pelos malefícios da civilização."
Décio de Almeida Prado (1917-2000) "O nascimento da comédia". In: História Concisa do Teatro Brasileiro.
Escrito por phyrulas às 05h04 PM
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"Não entrei na trilha dos saltimbancos por acaso, nem para ser um reles fazedor de graça. Eu queria consagrar a minha vida através de um imperioso apelo vocacional. Mas as pessoas, com suas receitas de sucesso, sem nenhum escrúpulo, sem nenhuma sensibilidade, vieram me falar de mil e um palhaços geniais. Tem um que comove multidões ao aprisionar um raio de sol pra levar pra casa...Tem um que faz balões de gás dançarem alegremente ao som de seu trompete...Tem um que ridicularizou um tirano, um assassino sanguinário que queria ser o senhor absoluto do mundo...Tem um comprido, de calça na canela, arcado para a frente devido ao pesado fardo da indignação contra a mecanização imposta ao homem moderno...Tem o magro sonso...E o gordo ingênuo e bravo...Tem os que dão piruetas, saltam, dão cambalhotas, levam bofetões...Tem os que tocam música clássica em garrafas vazias penduradas num varal...Tem outro... e outro... e outro...Tem aquele pobre palhaço louco que andava pelas igrejas jogando malabares diante das imagens da Santa Maria; esse, me disseram, morreu enforcado na cruz do Senhor Jesus Cristo, numa catedral gótica...Escutei humilde a história de cada um desses incríveis artistas que viajavam pelas vias da loucura. Saber desses palhaços...para mim, Bobo Plin, um palhacinho de merda que começava a engatinhar nos picadeiros mal iluminados das espeluncas...saber desses palhaços só serviu para me tolher. Quanto mais eu sabia deles, mais e mais Bobo Plin, o palhaço que eu queria ser, se enroscava nas minhas entranhas. A referência esmagava minha intuição e provocava auto-censura. A comparação, maldita inimiga da igualdade, fazia dos magníficos histriões elementos inibidores da minha criatividade. Agora, Bobo Plin não quer saber da façanha desses belos palhaços. Não quer vê-los. Nem quer saber de seus bigodes, sapatões, guizos, pompoms, bolas, balões e babados. A magia dos grandes artistas não pode ser ensinada; são segredos que se aprende com o coração. Essa magia se manifesta quando se resolve fazer a própria alma. Para Bobo Plin se irmanar com os grandes palhaços que luziram nos palcos e picadeiros tem que se esquecer deles para sempre. Não pode recolher nenhuma indicação deixada no caminho. Tem que andar sem bússola, na mais tenebrosa escuridão. Qualquer brilho, qualquer estrela, qualquer sol, qualquer referencial vira um ponto hipnótico embrutecedor. E eu quero fazer a minha alma."
Plinio Marcos (... num pequeno circo)
Escrito por phyrulas às 05h03 PM
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Importante: No dia 3/07/2004 sábado às 21hs na sede da Cia Teatral Phyrulas D´Arte, haverá uma apresentação,com esquetes de humor, Risoterapia. Em Prol da Associação Beneficente Santa Fé. Toda renda arrecadada será destinada a associação. Pedimos a todos a colaboração, entrada R$ 5,00.
Ajude-nos a ajudar, quem precisa.
Contamos com sua presença.
Escrito por phyrulas às 04h54 PM
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Escrito por phyrulas às 04h13 PM
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Jornal dos Phyrulas - Um jornal feito nas coxas...
Apresentando:
Repórter Ricardo, sempre atrás da notícia (um dia ele alcança...)
Urgente: Marcello Mattos irá participar do próximo filme de George Lucas: O Retorno de Tarzan
Fontes fidedignas afirmaram: Depois de ele ter sido um morto que fez contato com a Mãe de Santo Dona Pequenina, de ter sido um caipira tarado em cabritas, de ter quase deixado o seu papaizinho louco e de ter quase acabado com os estoques de bolachinhas da Dona Zuleide, ele agora será duble de Tarzan.
Vocês devem estar se perguntado: possível isso? Assistam o próximo episódio de RISOTERAPIA.
Escrito por Ricardo às 08h02 PM
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O Ricardo, criou o site abaixo.
Lá tem algumas fotos, e informações.
Vale a pena dar uma conferida.
Escrito por phyrulas às 05h16 PM
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Cia. Teatral Phyrulas D’Arte
A HISTÓRIA:
Tudo foi acontecendo aos poucos. A idéia de um pequeno grupo, se transformar numa companhia de Teatro, aconteceu ainda, quando este pequeno grupo, ensaiava suas primeiras cenas, de conteúdo ainda dramático, nas dependências do Centro Cultural da Vila Mariana. Algum tempo depois, o grupo passou a ter sua própria sede. De lá pra cá, o número de integrantes foi aumentando e o sonho de Companhia, foi se consolidando; porém, primando sempre pela Pesquisa Teatral de qualidade. A Cia. Teatral Phyrulas D’Arte, nesses quase dois anos de existência, vem apresentando o resultado de suas pesquisas, em espetáculos experimentais, que vão do drama clássico, à comédia de costumes, utilizando uma linguagem contemporânea e simples; acessível ao grande público, que aprecia um bom entretenimento.
O CURSO DE TEATRO (FORMAÇÃO DE ATORES):
A Cia. Teatral Phyrulas D’Arte, desenvolve uma oficina permanente de pesquisa teatral, voltada à descoberta de novas linguagens e formas de expressão do nosso cotidiano comum, que possam ser contados, através do teatro. Os alunos, através dos métodos e técnicas desenvolvidas durante o curso, aprendem a desenvolver suas sensibilidades e habilidades artísticas; combinando comunicação e expressão, com arte e cultura. Além disso, a Cia. desenvolve oficinas de Teatro trimestrais, Worksops e Cursos de Férias. (TODOS COM ENTREGA DE CERTIFICADOS)
MÉTODOS UTILIZADOS PELA OFICINA:
Dentre os métodos e técnicas aplicados em nossa oficina, destacamos: exercícios de fonoaudiologia, que contribuem para uma melhor dicção, articulação e projeção de voz. Retórica, também é uma das matérias que consta no cronograma da oficina e que é utilizada, para desenvolver o poder de argumentação e convencimento de cada um. Suzuki, é um método desenvolvido pelo diretor japonês, que trabalha a precisão e o reflexo de nossos corpos e gestos; além de ser um excelente exercício para se trabalhar o condicionamento e o preparo físico. A carga horária trás ainda, disciplinas como: aulas básicas de canto e dança contemporânea, dentre outras técnicas.
OFICINA PERMANENTE:
Sábados : das 15:00 às 18:30
Quartas – Feiras: das 19:30 às 22:30 Valor: R$ 90,00 (MENSAIS)
Escrito por phyrulas às 04h35 PM
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TEATRO PARA QUEM E PARA QUE?
As técnicas aplicadas nessa oficina, não visam apenas aos atores de carreira, mas também profissionais comuns, de outras áreas, que precisam lidar com um grande público, apresentando palestras, monografias, etc. e que diante dessas circunstâncias, se sentem constrangidos, tímidos ou até mesmo, embaraçados . Há também os que buscam o teatro, como forma de terapia anti-stress.
MOSTRAS DE NOSSO TRABALHO:
O resultado desse trabalho de pesquisa, pode ser conferido nas apresentações que o grupo promove uma vez por mês, num sarau teatral, que acontece na sede da companhia, para um público de 50 convidados. A cada espetáculo, são testadas esquetes inéditas e novas linguagens do teatro contemporâneo.
NÚCLEO DE DRAMATURGIA DA CIA:
Os textos encenados em nossos espetáculos, são desenvolvidos pelo núcleo de dramaturgia da companhia e por autores convidados. Não se esquecendo de ressaltar, que a linha que a companhia vem pesquisando e adotando, é o humor e a comédia de costumes; sempre primando por uma qualidade superior de texto e interpretação.
Escrito por phyrulas às 04h34 PM
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TEATRO NAS EMPRESAS:
A Cia. leva também, Arte e Cultura, através do teatro de humor, às empresas; criando textos exclusivos e direcionados às necessidades particulares de cada empresa, no que diz respeito ao treinamento de funcionários, festas de confraternização, etc.
TEATRO EM TODOS OS LUGARES:
As cenas, por serem curtas e não necessitarem de grandes produções, também podem ser realizadas em restaurantes, bares, festas e eventos (temáticos ou não); trazendo dessa forma, o teatro e a cultura, mais perto do público comum e transformando um simples evento, num grande happening.
DURAÇÃO DAS APRESENTAÇÕES EM EVENTOS:
A duração de cada espetáculo, varia de acordo com a necessidade de cada empresa contratante, podendo variar de 15 minutos a 1 hora.
Escrito por phyrulas às 04h34 PM
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HISTÓRICO DOS ESPETÁCULOS DA CIA:
· FIRULAS DO AMOR E DA VIDA (Out. a Dez. 2002) – Textos Diversos (Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte)– Dir. Herqulez Moreno / Elenco: André Zukeran, Camila Coghi, Daniel Franco, Dill Pires, Emi Takase, Juliana Pinton e Karina Trindade.
· MÊS DE CACHORRO DOIDO (Jan. a Março 2003) – Texto: Aurélio Andrade/ Dir. Tony Germano / Elenco: Rogério Rodrigues e Herqulez Moreno.
· FIRULAS II – A VIDA É UMA COMÉDIA (Jul 2003) – Textos Diversos (Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte) / Dir. Herqulez Moreno / Elenco: Cléo Beolchi, Daniel Franco, Dill Pires, Emi Takase, Juliana Pinton, Marcello Mattos e Zezé Coelho.
· CHAPEUZINHO VERMELHO (Ago 2003) – Adaptação do Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte / Dir. Herqulez Moreno / Elenco : Camila Coghi, Cléo Beolchi, Daniel Franco, Emi Takase, Ivonete Moraes, Juliana Pinton, Marcello Mattos, Maurício Dias e Zezé Coelho.
· RISOTERAPIA I (Out 2003) – Textos Diversos (Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte) / Dir. Herqulez Moreno / Elenco: Cléo Beolchi, Daniel Franco, Dill Pires, Ivonete Moraes, Juliana Pinton e Marcello Mattos.
Escrito por phyrulas às 04h34 PM
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· CINDERELA (Dez. 2003) – Texto de criação coletiva da Cia Teatral Phyrulas D’Arte / Dir. Herqulez Moreno / Elenco: Cléo Beolchi, Daniel Franco, Eliana Nogueira, Allan Rodrigues, Marcello Mattos, Milton Ostronoff, Ivonete Moraes.
· RISOTERAPIA II (Dez. 2003) – Textos Diversos (Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte) / Dir. Herqulez Moreno / Elenco: Cléo Beolchi, Daniel Franco, Dill Pires, Eliana Nogueira, Emi Takase, Ivonete Moreaes, Marcello Mattos e Milton Ostronoff.
· DIA DE FIRULAS (Fev. 2004) – Textos Diversos (Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte) / Dir. Herqulez Moreno / Elenco: Cléo Beolchi, Dill Pires, Daniel Franco, Allan Rodrigues, Milton Ostronoff, Eliana Nogueira, Marcello Mattos.
· RISOTERAPIA (Maio a Junho) - Textos Diversos (Núcleo de Dramaturgia Phyrulas D’Arte) / Dir. Herqulez Moreno / Elenco: Américo Hermann, Daniel Franco, Dill Pires, Eliana Nogueira, Ivonete Moreaes, Lisandra Solla, Marcello Mattos , Milton Ostronoff , Ricardo Todeschini e Telma Setti.
Escrito por phyrulas às 04h33 PM
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Escrito por phyrulas às 02h36 PM
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PRINCIPAIS PROJETOS/EMPRESA:
2004 – Re-inauguração da Estação da Luz; evento em homenagem aos 450 anos de São Paulo.
2003 – Eventos (Workshop)para a Empresa de Cosméticos ITALIAN – (Shows de Humor em forma de esquetes teatrais utilizando os temas do Workshop).
2003 – Evento de Entretenimento e Confraternização para a equipe do Salão de Cabeleireiros L’equipe (Jardins – SP).
2003 – Abertura do desfile Primavera/Verão 2004 das Pernambucanas, com esquetes de humor.
2003 – Evento de mostragem dos modelos da agência de modelos Uno.
A DIREÇÃO:
A companhia tem como diretor, Herqulez Moreno (DRT 20765); ator, autor e diretor, que já trabalhou com nomes como Antunes Filho, Walter Avancini, Domingos de Oliveira, Robert McCrea e Wolf Maya. É formado pelo Ciart / RJ e C.P.T. / SP.
Dill Pires co-dirige e produz a Cia. juntamente com Herqulez Moreno. É formado em publicidade pela FIAM e atua em várias frentes de produção e divulgação do grupo.
Maiores informações: tel. 5084-4158 / e-mail: ciateatralphyrulas@hotmail.com
Escrito por phyrulas às 02h31 PM
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